A disputa judicial entre Renato Aragão e a filha mais velha, Juliana Rangel Aragão, avançou na Justiça e ganhou novos desdobramentos. O processo de cobrança, iniciado em setembro de 2025, envolve um empréstimo milionário e colocou pai e filha em lados opostos. Segundo a colunista Fábia Oliveira, Juliana cobra do humorista R$ 872 mil.
A quantia faz parte de um valor maior, que na teoria foi entregue ao pai anos atrás. De acordo com os autos, Juliana afirmou que emprestou R$ 950 mil a Renato Aragão em dezembro de 2018. O dinheiro teria origem na venda de um imóvel que ela herdou da mãe, Martha Maria Rangel Aragão, já falecida. A filha sustentou que entregou o valor em espécie ao pai.
No entanto, segundo ela, o humorista não quitou a quantia acordada. Depois que o processo veio a público no ano passado, Renato Aragão divulgou um posicionamento por meio de nota. No comunicado, a defesa do artista apresentou outra versão sobre a gestão do dinheiro da herança. De acordo com o texto, há anos, pai e filha chegaram a um acordo sobre a administração dos valores.
Segundo a nota, “ficou acordado que uma parte dos recursos herdados por Juliana da herança de sua mãe fosse administrada pelo pai” com a intenção de “garantir que seu patrimônio estivesse protegido e bem-organizado”.
Filha de Renato Aragão solicitou ouvirem testemunhas
O comunicado também acrescentou que “Renato Aragão não precisa nem nunca precisou dos recursos de Juliana e que isso nunca foi incorporado ao patrimônio dele nem de sua esposa, sendo apenas administrados pela família por segurança da própria Juliana”. Enquanto o caso seguia em tramitação na Justiça, um novo passo ocorreu no início de março.
Em 6 de março, Juliana apresentou uma emenda à petição inicial do processo. Com isso, ela ampliou a narrativa apresentada no início da ação. Além das provas documentais, a autora solicitou a produção de provas orais. Na prática, Juliana pediu que ouvissem testemunhas durante o andamento do processo.
Além disso, ela também solicitou o depoimento pessoal de Renato Aragão. Antes dessa movimentação, o juiz Carlos Sérgio dos Santos Saraiva, responsável pela 43ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, havia solicitado que Juliana especificasse quais provas pretendia produzir no processo.
Fonte: O Fuxico











