Em “Juntas e Separadas”, nova série que chega ao Globoplay nesta quinta-feira, 12 de março, as amigas Laura (Sheron Menezzes), Ana Lia (Natália Lage), Claudinha (Debora Lamm) e Joana (Luciana Paes) tentam buscar uma forma de recomeçar a vida amorosa e se redescobrir aos 40 anos. Com dez episódios que disponibilizados na íntegra, o roteiro é assinado por Thalita Rebouças e Juliana Araripe e direção geral de Mini Kerti.
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Em coletiva de imprensa da série, Sheron Menezzes celerou a parceria feminina proposta pela série: “O encontro dessas mulheres em uma mesa de bar, falando de papo calcinha, dos homens, relaionamentos, desejos… eu me identifio muito, pois sou assim com minhas amigas. Espero que as mulheres assistindo vejam que dividr com outras alivia muito o peso e possam aplicar isso na sua vida”.
Debora Lamm contou em seguida: “Sempre estamos acostumadas a ver o homem como protagonista da narrativa, sempre conduzindo as histórias até mesmo com mulheres em cena. Muitas vezes elas lamentam a ausência dos homens. E vejo nessa série que as mulheres são o sujeito da ação. Elas são o centro, de fato as verdadeiras protagonistas. Elas são condutoras abslutas dessa hsitória”.
Novos olhares
Natália Lage então ressaltou: “Tem muitos pontos positivos que são a diversidade dessas mulheres e como elas se amparam em tempos tão árduos. Podermos nos divertir, estar juntas, se amparando… e a série traz muito essa amplitude do universo feminino, cada uma com sua questão. E fico muito feliz de estar nesse trabalho enquanto esses assuntos são discutidos e difundidos”.
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Luciana Paes concordou: “É gostoso ter um trabalho para colcar isso na prática. Queremos conquistar nosso lugar na sociedade, nosso poder, mas ainda com ternura. Às vezes a mulher se coloca no poder pelo olhar do masculino, e tive a oportunidade de entender o poder no feminino sem se inspirar no outro lado. Me deu uma sensação boa um olhar no horizonte modelos possíveis”.
E quanto aos homens em ‘Juntas e Separadas’?
Em dado momento, Bruno Garcia falou de seu personagem em “Juntas e Separadas”: “Tem algo muito contundente que me afetou nesse trabalho, mas traz um assunto muito importante. O Caio é ácido, pesado, incômodo, e por isso mesmo muito pertinente para uma causa atual que é a violência contra a mulher. É curioso que o audiovisual ganha novos contextos depenendo da época”.
“Gravamos em 2024, quando esse problema milenaa já existia, mas foi se agravando em 2025, onde teve essa exolosão de violência. E é importnte perceber como Caio ganha uma pertinência ainda maior. Ele é aquele homem hétero, tóxico, que não aceita a separação e tenta controlar o destino da mulher e a oprime no patriarcado”, afirmou em seguida.
“Memso estando no estado passivo-agressivo, é ai que nasce a pergunta: ‘É possível que ele cometa violência contra a Claudia?’. É um personagem muito complexo, cheio de camadas e que tem problema de caráter que a soiedade tem vivido em respeitar as mulheres. É uma situação civilizatória atual, e foi muito importante poder dar voz mesmo que por meio de um ser não desejável”, declarou.
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“Justamente por ele ser um pai dedicado, amoroso, atencioso, que tudo fica mais complexo. A dificulade foi de fazer um cara real. São esses homens que podem usar o amor dos filho para pressionar a mãe deles para entrar em um sistema gerado a partir o ego deles. Ele amoroso com a filha, mas quando ela crescerem, terão muitas ressalvas com o pai”, concluiu Bruno Garcia, por fim.
Fonte: O Fuxico











