Polícia caça vizinha apontada como mandante da morte de professor da Ufam

Juliana da Rocha Pacheco está foragida e é acusada de planejar o assassinato de Davi Said Aidar; quatro executores e mentores já foram presos pela DEHS em Manaus.

Manaus (AM) – A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) deu um nome e um rosto à suposta mandante do assassinato do professor universitário Davi Said Aidar, 62. Juliana da Rocha Pacheco, vizinha da vítima, é o alvo principal das buscas da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) após ser identificada como a pessoa que encomendou o crime ocorrido em fevereiro, no KM 3 da rodovia AM-010.

A investigação da Operação Universitates aponta que a proximidade de Juliana com o professor não era apenas geográfica, mas estratégica para a execução do plano. Embora os detalhes sobre a motivação específica — se por disputas de terra, questões financeiras ou desavenças pessoais — ainda estejam sob sigilo, a polícia confirmou que ela é a peça-chave que falta para fechar o inquérito.

Enquanto a mandante segue foragida, a DEHS já colocou atrás das grades quatro homens que compunham a estrutura operacional do crime: Lucas Santos de Freitas (o “Lucão” ou “Magrão”), apontado como o mentor intelectual que organizou a logística do ataque; Antonio Carlos Pinheiro Meireles (o ‘TK’), preso por envolvimento direto na ação; Emerson Sevalho de Souza, detido durante as diligências desta semana; e Rafael Fernando de Paula Bahia, também capturado pela equipe especializada.

O Crime que Chocou a Academia
Davi Said Aidar era uma autoridade mundial em abelhas amazônicas. Ele foi morto a tiros no dia 6 de fevereiro em seu próprio estabelecimento, no ramal Água Branca. O fato de uma vizinha ser a suposta mandante trouxe um novo componente de choque para a comunidade local e para os colegas da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Denuncie o Paradeiro
A Polícia Civil solicita a colaboração da população para localizar Juliana da Rocha Pacheco. Qualquer informação que leve à captura da suspeita pode ser repassada de forma anônima:

Canais de Denúncia: Ligue para o 181 ou para o (92) 98118-9535 (Disk-Denúncia da DEHS). O sigilo é garantido.

Os detalhes técnicos sobre como o grupo foi rastreado e o depoimento dos presos serão apresentados em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (5), na sede da Delegacia Geral, no bairro Dom Pedro.

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