A situação judicial de Rayane Figliuzzi ganhou um novo capítulo. A influenciadora e namorada do cantor Belo recebeu uma proposta de acordo do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro no processo que apurou irregularidades em sua clínica de estética e bronzeamento. A informação surgiu na coluna de Fábia Oliveira.
Justiça torna Rayane Figliuzzi ré em caso de clínica interditada
Segundo a publicação, o órgão apresentou oficialmente um acordo de não persecução penal no dia 11 de março. O caso começou após uma operação que interditou o estabelecimento em dezembro de 2025, depois de denúncias de clientes. O acordo oferecido pelo Ministério Público determinou duas condições principais.
Primeiramente, Rayane Figliuzzi deverá confessar a prática do ato descrito na denúncia. Em seguida, ela terá que pagar uma pena pecuniária de R$ 50 mil. Além disso, a proposta também incluiu prestação de serviços comunitários durante um ano, com carga semanal de seis horas.
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Caso aceite todas as condições e cumpra integralmente o acordo, a influenciadora poderá evitar o andamento do processo penal no qual figura como ré e também uma eventual condenação. Agora, o próximo passo depende do Judiciário. O juiz responsável pelo caso deverá marcar uma audiência para apresentar formalmente o acordo.
Quais as próximas etapas de Rayane Figliuzzi?
Nesse encontro, o magistrado analisará a legalidade da proposta e verificará se Rayane Figliuzzi concordará em firmá-la. Antes dessa etapa, a influenciadora havia questionado a condução inicial do caso. Conforme revelou a coluna de Fábia Oliveira, Rayane afirmou que o Ministério Público cometeu um equívoco ao não apresentar a proposta de acordo logo no início do processo.
Depois dessa manifestação, o MPRJ incluiu a oferta formal nos autos. A investigação começou após a interdição da clínica de estética e bronzeamento ligada à influenciadora no Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do Ministério Público, agentes encontraram produtos usados e mal acondicionados no depósito do estabelecimento.
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A fiscalização também localizou frascos e equipamentos sem identificação, além de material infectante descartado de forma inadequada. A operação ocorreu após denúncias de clientes e reuniu equipes da Delegacia do Consumidor (Decon) e da Vigilância Sanitária. A ação resultou na interdição do espaço e no início da investigação que levou à denúncia criminal contra Rayane Figliuzzi.
Fonte: O Fuxico










