Alok abriu o jogo sobre carreira, família e inteligência artificial durante uma entrevista para Erika Schneider. O DJ foi o primeiro convidado do quadro “De Frente com Schneider”, novo projeto da influenciadora.
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Durante a conversa, Alok explicou por que deixou de colocar o posto de número 1 do mundo entre suas prioridades. Atualmente, ele ocupa a terceira posição do ranking Top 100 DJs, da revista DJ Mag, divulgado em 2025. O brasileiro aparece atrás de David Guetta e Martin Garrix.
Alok prioriza família
Para Alok, a busca pelo primeiro lugar pode acabar desviando a atenção do que realmente importa. Por isso, o DJ passou a enxergar a carreira de outra maneira.
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“É aquela corrida para você se tornar o número um do mundo. Aí você começa a refletir e fala: ‘Mas o que adianta ser o número um do mundo se eu não for o número um para os meus filhos antes? Se eu não for o número um para minha esposa, para minha família como um todo?’”, questionou.
Além disso, o DJ afirmou que não vê sentido em transformar a posição no ranking em uma disputa constante pelo poder.
“Se eu me tornar ou não, vai ser uma questão de alguma consequência”, declarou. “Eu não quero deixar que ninguém ocupe meu lugar, então eu começo a lutar pelo poder. Eu não estou nem aí. Isso não é o sentido.”
Homenagem para Marília Mendonça
Na entrevista, Alok também relembrou a homenagem que fez para Marília Mendonça durante um show em Barretos. Os dois tinham planos de se apresentar juntos em 2022, mas a cantora morreu em novembro de 2021.
“Ela ia ser embaixadora naquele ano e aí, enfim, ela faleceu em 2021. E eu acho que ficou faltando essa presença dela ali, sabe? Então foi mesmo uma forma de materializar essa presença dela e fazer uma homenagem”, contou.
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Questionado sobre uma possível homenagem a outro artista, entretanto, Alok foi direto. “Eu não tenho nenhuma outra pretensão de fazer homenagem a nenhum outro artista. Não tem algo que me mexa”, afirmou.
DJ fala sobre inteligência artificial
Por outro lado, a conversa também abordou inteligência artificial. Conhecido por apostar em tecnologia nos shows, Alok defendeu que a arte continue tendo o elemento humano como parte essencial.
“Eu acho que, para você fazer arte, a arte ainda precisa ser humana”, afirmou.
Segundo o DJ, a tecnologia pode ser uma grande aliada na carreira. No entanto, ele acredita que existe um limite quando a inteligência artificial passa a participar diretamente do processo de criação artística.
Alok também questionou a ideia de que a IA seja apenas uma ferramenta. Para ele, os investimentos feitos pelas grandes empresas de tecnologia mostram que existe uma ambição maior em torno da evolução desses sistemas.
“Então, acreditar nessa narrativa de que ela é só uma ferramenta é a gente ser um pouco ingênuo no que as big techs estão pensando”, declarou.
Por fim, o DJ destacou que a arte não precisa apenas proporcionar conforto. “Também é para nos confrontar, fazer refletir, pensar, mover a cultura para frente, moldar a cultura como um todo”, completou.
Fonte: O Fuxico











