A dívida judicial de Adriana Sant’Anna e Rodrigão já ultrapassa R$ 1,4 milhão e ganhou novos contornos com o bloqueio de R$ 367,7 mil nas contas bancárias da ex-BBB. O valor cobrado tem origem em uma disputa contratual iniciada há quase uma década, quando Rodrigão deixou um projeto musical. Agora, enquanto o casal tenta levar o caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Justiça de São Paulo autorizou medidas para garantir o pagamento da condenação.
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Conforme informações do portal LeoDias, cerca de R$ 1,21 milhão são cobrados individualmente de Rodrigão. Outros R$ 218 mil correspondem a uma obrigação pela qual ele e Adriana respondem solidariamente, ou seja, ambos podem ser cobrados nos limites definidos pela Justiça. Até o momento, as buscas patrimoniais não teriam localizado valores em nome do ex-BBB, enquanto a pesquisa bancária resultou no bloqueio de R$ 367,7 mil nas contas da mulher.
Dívida de R$ 400 mil passou de R$ 1,4 milhão
A origem da cobrança está em um contrato firmado com a WFA Marketing e Eventos, empresa ligada ao empresário Fábio Ponte, ex-empresário do grupo de pagode Jeito Moleque. Em janeiro de 2017, Rodrigão anunciou sua saída do projeto musical Os Marvados, do qual participava como cantor. O contrato previa duração de três anos e estabelecia multa em caso de rescisão unilateral sem justo motivo.
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A empresa alegou que a saída não respeitou as condições acordadas e provocou prejuízos financeiros. Por isso, acionou a Justiça para cobrar a penalidade contratual e reparações. Em março de 2022, a ação acabou julgada parcialmente procedente: Rodrigão ficou condenado a pagar R$ 400 mil referentes à multa, além de indenização por danos morais. Adriana também recebeu condenação ao pagamento de indenização pelo mesmo tipo de dano.
A decisão se manteve em segunda instância. Desde então, porém, o processo não chegou ao fim. O casal continua recorrendo na tentativa de levar a discussão ao STJ, enquanto a parte vencedora busca receber os valores reconhecidos judicialmente.
Por que Adriana teve dinheiro bloqueado?
Com a falta de pagamento, a WFA iniciou o cumprimento provisório da sentença. O procedimento permite buscar a satisfação de uma decisão judicial enquanto ainda há recursos pendentes, conforme as regras aplicáveis ao caso. A cobrança atualizada inclui, além dos valores fixados na condenação, correção monetária, juros, honorários e despesas processuais. São fatores que ajudam a explicar a diferença entre a multa original e o montante milionário exigido hoje.
A Justiça autorizou consultas patrimoniais e bloqueios por meio do Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (SISBAJUD). A medida localizou R$ 367,7 mil em contas bancárias de Adriana. Já as pesquisas realizadas até o momento não teriam encontrado recursos em nome de Rodrigão.
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O bloqueio, no entanto, não significa que a disputa tenha terminado. Como o casal ainda tenta reverter decisões anteriores, os próximos passos dependem do andamento dos recursos e dos desdobramentos da execução. Até que haja uma definição, a cobrança segue em curso, com mais de R$ 1,4 milhão em discussão judicial.
Fonte: O Fuxico









