Justine Musk, primeira esposa de Elon Musk e mãe de seus seis primeiros filhos, fez revelações explosivas sobre seu casamento no documentário “Musk”, dirigido por Alex Gibney e apresentado no Festival de Cinema de Veneza.
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Ao longo da obra de quatro horas, a autora confessou ter vivenciado na pele o conceito de ‘gaslighting’ – abuso psicológico e manipulação emocional – devido à forma como era tratada pelo magnata.
Segundo ela, o bilionário costumava tratá-la como uma funcionária e apontava constantemente suas supostas falhas.
Para ilustrar essa dinâmica, Justine relembrou que, logo durante a primeira dança do casamento, o empresário avisou friamente que ele era “o alfa da relação”.
Além desses abusos no convívio, a escritora desmentiu publicamente a versão divulgada pelo fundador da Tesla sobre a perda do primeiro filho do casal, Nevada, que faleceu em 2002 vítima de morte súbita.
Contrariando o relato do ex-marido, Justine esclareceu que foi ela quem segurou o bebê nos braços no momento da morte, e não ele.
Expondo conflitos familiares
Aprofundando os atritos familiares, ela expôs ainda que Elon cortou o plano de saúde da filha Vivian após a jovem assumir sua transição de gênero.
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O longa-metragem, que chegará aos cinemas em 16 de outubro, retrata a personalidade controversa do bilionário.
Além disso apresenta vários depoimentos importantes de familiares e colaboradores, incluindo seu pai, Errol Musk, e o cofundador da Tesla, Martin Eberhard.
Elon Musk não colaborou com a produção. Ele chegou a classificá-la como um ataque difamatório. Mas ele já havia elogiado Justine anteriormente no X, descrevendo-a como ‘uma mulher incrível’.
Fonte: O Fuxico










