Ex-empresária tenta incriminar Alanis Morissete por tráfico

Alanis Morissette

Alanis Morissette abriu um processo formal alegando fraude e extorsão contra sua ex-gerente de turnê, Keren Urinov, acusando-a de orquestrar um esquema de chantagem baseado em falsas alegações de tráfico de drogas.

De acordo com o jornal “Daily Mail”, a relação profissional entre elas começou em 2025, quando a cantora contratou Urinov – anteriormente diretora de operações da Live Nation em Israel – para coordenar sua turnê internacional de verão.

Segundo documentos judiciais revelados pela revista “Billboard”, a controvérsia começou em julho daquele ano.

Na ocasião, autoridades do Reino Unido abordaram a executiva em um aeroporto local.

Os agentes a questionaram pelo transporte ilegal de maconha e xilazina. A substância em questão atua como sedativo veterinário e não possui aprovação para consumo humano.

Ameaças e exigências contratuais

Após o término da turnê, Keren Urinov enviou cartas à artista contendo exigências coercitivas.

Além disso, nessas mensagens, Urinov ameaçou denunciar falsamente às autoridades britânicas que os entorpecentes pertenciam a Morissette.

E para não fazê-lo exigia que a cantora lhe garantisse um contrato de trabalho em tempo integral com duração de 15 anos e alta remuneração.

Vale ressaltar que diante dessa tentativa de chantagem, a equipe jurídica de Alanis rejeitou categoricamente as exigências e optou por levar o caso à justiça.

Por outro lado o processo enfatiza que a artista não cederá a demandas indevidas de pagamento nem manterá vínculo profissional com uma colaboradora que considera incompetente em suas funções de gestão.

Por fim o advogado concluiu: “Morissette não concordará em trabalhar com uma chantagista incompetente pelos próximos 15 anos nem em pagar-lhe um resgate sob ameaça.”

“Ela não tem outra escolha a não ser processar.”

Fonte: O Fuxico

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