Flora Gil fala exalta legado de Preta Gil com documentário e série

Preta e Flora Gil

Um ano após a morte de Preta Gil, a estreia da série “Meu Nome é Preta” e do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” transformou a saudade em celebração. Lançadas no último dia 20 de julho, as produções resgatam momentos íntimos da cantora, revelam imagens inéditas e reforçam o papel fundamental dos amigos e familiares que permaneceram ao seu lado durante o tratamento contra o câncer.

A repercussão, no entanto, ultrapassou as telas. Após a exibição do documentário, Rodrigo Godoy, ex-marido da artista, reagiu às críticas feitas por pessoas próximas de Preta e publicou vídeos nas redes sociais insinuando conhecer segredos de famosos que participaram da produção. A manifestação provocou novas respostas de amigos da cantora, que defenderam a memória da artista e reforçaram que permanecer ao lado dela foi uma escolha movida pelo afeto e pela lealdade.

Enquanto o debate ganhava as redes sociais, Flora Gil preferiu concentrar sua atenção naquilo que considera o verdadeiro legado deixado por Preta: sua história.

Flora Gil destaca a Preta que poucos conheceram

Durante a première realizada no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, Flora contou que a família fez questão de mostrar uma fase pouco conhecida da trajetória da cantora, muito antes da fama nacional.

“Essa série é uma série em que a família abraçou a ideia. A gente teve por essa série o cuidado de mostrar como era a Preta lá atrás, porque todo mundo conhece a Preta depois de Preta Gil, mais famosa. Essa série traz a Preta Gil não famosa, uma parte grande. São quatro episódios que dá para se deliciar vendo uma outra Preta”, afirmou.

Flora revelou que ainda não havia assistido ao documentário, mas garantiu que pretende viver a experiência de forma intensa.

“Tudo o que vem da Preta eu me entrego por amor.”

Ao imaginar como seria a reação da cantora diante da estreia, a empresária sorriu. Flora lembrou da personalidade expansiva da enteada: “Se ela estivesse aqui, ela ia amar.”

De acordo com Flora, Preta certamente transformaria a noite em uma celebração, pediria para aumentar o som e chamaria alguém para cantar: “Isso era a Preta: alegria, coragem e generosidade.”

O legado

Para Flora Gil, tanto a série quanto o documentário cumprem um papel maior do que preservar imagens da cantora. As produções registram a rede de afeto construída por Preta ao longo da vida e mostram como ela inspirou pessoas muito além da música.

“Eu acho que é respeitoso fazer isso para a Preta, tanto a série quanto o documentário. Vai deixar um legado.”

Ela também destacou que a cantora transformou a vida de pessoas que sequer chegaram a conhecê-la pessoalmente.

“A Preta conseguiu ajudar muita gente, muita gente até que ela não conhecia. Pessoas que estavam sem coragem de tomar certas atitudes, com vergonha do corpo, do cabelo, da vida. A Preta ajudou, a Preta foi amor puro.”

Nas redes sociais, esse legado voltou a ficar evidente. Enquanto o documentário recebia elogios por revelar os bastidores da luta da artista contra o câncer, amigos como Carolina Dieckmann, Gominho e Jude Paulla reforçaram o carinho. E acima de tudo, a proteção dedicados a Preta até os últimos dias.

Em contrapartida, Rodrigo Godoy respondeu às críticas com publicações em tom de ameaça. Ele apontou para pessoas do meio artístico, o que gerou novas manifestações em defesa da cantora.

A série “Meu Nome é Preta” já está disponível no Globoplay e ganhará novos episódios nas próximas semanas. Já Preta – Eu Não Ando Só, exibido pela Globo e disponível no streaming, reúne registros gravados pela própria cantora e por amigos durante o tratamento. E assim sendo, reforça justamente a mensagem que seu título anuncia: Preta nunca caminhou sozinha.



Fonte: O Fuxico

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *