Manaus (AM) – Bancários da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil (BB) e Banco da Amazônia (Basa) entraram em greve por tempo indeterminado no Amazonas. A paralisação começou na quinta-feira (10/9) e afeta o atendimento presencial das três instituições em Manaus e no interior do Estado.
A decisão foi aprovada em assembleia realizada na quarta-feira (9/9), após a categoria avaliar que não houve avanço suficiente nas negociações. Entre os principais pontos de impasse estão questões relacionadas aos planos de saúde, reajustes, condições de trabalho e direitos dos trabalhadores.
Na capital, a mobilização teve como ponto de concentração uma agência da Caixa, localizada no Centro de Manaus. Segundo as informações divulgadas pelo Sindicato dos Bancários do Amazonas, a paralisação atinge as unidades das três instituições públicas no Estado.
A greve é por tempo indeterminado. Não há, neste momento, uma data definida para o encerramento. O fim da paralisação dependerá do andamento das negociações e das decisões tomadas em novas assembleias da categoria.
No cenário nacional, a situação varia entre os bancos. Na Caixa, a greve é nacional e por tempo indeterminado. No Banco do Brasil, a paralisação ocorre apenas nas bases sindicais que rejeitaram a proposta apresentada pela instituição.
Já os bancos privados não fazem parte da paralisação no Amazonas. Trabalhadores dessas instituições aprovaram a proposta negociada com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que prevê reajuste real de 0,6% e outros avanços nas condições de trabalho.
Durante a greve, serviços digitais como Pix, transferências, pagamentos e consultas pelos aplicativos e internet banking continuam disponíveis. Caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes bancários também podem ser utilizados para operações disponíveis nesses canais.
Atualização: como as negociações nacionais foram retomadas e novas assembleias estão previstas nesta sexta-feira (11), a situação pode mudar ao longo do dia. No Amazonas, porém, a informação publicada pelo sindicato nesta semana mantém a greve por tempo indeterminado.










