Homem é condenado a mais de 27 anos de prisão por matar a sogra estrangulada em Manaus

Manaus (AM) – Em regime fechado, Amarildo Maia de Araújo Júnior foi condenado a 27 anos e dois meses de prisão pelo assassinato da própria sogra, Maria Leila Mata de Freitas, em 29 de novembro de 2023, quando ela foi na casa dele para cobrar uma dívida.

Manaus (AM) – Em regime fechado, Amarildo Maia de Araújo Júnior foi condenado a 27 anos e dois meses de prisão pelo assassinato da própria sogra, Maria Leila Mata de Freitas, em 29 de novembro de 2023, quando ela foi na casa dele para cobrar uma dívida. O crime ocorreu no bairro Mauazinho, zona Leste de Manaus.

O julgamento foi realizado pela 3.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, na terça-feira (29/10). 

Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado Amazonas (MPAM), no dia do crime, Maria Leila se dirigiu à casa de Amarildo, onde foi estrangulada por ela. Após cometer o crime, o acusado escondeu o cadáver da vítima até o dia seguinte, colocou o corpo dentro de um barril com roupas e entulhos, contratou um frete e levou o barril para o Distrito Industrial II, onde foi encontrado.

O julgamento da Ação Penal de Competência do Júri foi presidido pela juíza de direito Eline Paixão e Silva Gurgel do Amaral Pinto, com o MPAM, sendo representado por Flávio Mota Morais Silveira. Amarildo foi defendido pelo defensor público Inácio de Araújo Navarro.

Após ouvir as testemunhas, o réu foi interrogado, porém, respondeu somente as perguntas feitas pela defesa e pelos jurados.

Durante os debates, o promotor de Justiça defendeu a tese de condenação do réu pelo crime de homicídio consumado, com as qualificadoras de motivo fútil, emprego do meio cruel por asfixia e feminicídio, no contexto de violência doméstica e menosprezo ou discriminação à condição da vítima de ser mulher. A defesa pediu o afastamento das qualificadoras de motivo fútil e feminicídio.

Após a votação os jurados acataram parcialmente a tese suscitada pelo MPAM no sentido de condenar Amarildo pelos crimes de homicídio qualificado (asfixia e feminicídio). 

Amarildo está preso desde a época do crime, devido à condenação a magistrada determinou o imediato cumprimento provisório da pena até o trânsito em julgado da sentença.

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