Manaus (AM) – Uma nota divulgada pelo IMMU – Instituto Municipal de Mobilidade Urbana anunciou, na manhã desta quinta feira, a suspensão da greve dos rodoviários prevista para esta sexta feira.
O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivo Urbano e Rodoviários de Manaus e Região Metropolitana (STTRM) aprovou, em assembleia geral no último sábado (28 de junho de 2025), uma greve geral que seria por tempo indeterminado e teria início a partir das 00h01 de sexta-feira, 4 de julho.
De acordo com o Presidente do IMMU, Arnaldo Flores, desde a divulgação da nota do Sindicato, a Prefeitura de Manaus iniciou as tratativas para que as principais reivindicações dos trabalhadores fossem atendidas e hoje as partes envolvidas, prefeitura e sindicato, chegaram a um acordo. Após a negociação o IMMU emitiu uma nota oficial esclarecendo o fim do início da greve.
O que diz a nota
A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), informa que a paralisação anunciada pelo Sindicato dos Rodoviários para esta sexta-feira, 4/7, foi suspensa.
Desde o início da semana, o IMMU acompanhou de perto as tratativas entre o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Coletivos Urbanos e Rodoviários de Manaus e Região Metropolitana, atuando de forma mediadora para evitar prejuízos à população usuária do transporte coletivo.
Com a atuação da Prefeitura de Manaus foi possível restabelecer o diálogo e assegurar o funcionamento integral do transporte coletivo nesta sexta-feira. A gestão municipal reafirma seu compromisso com a mobilidade urbana e continuará promovendo o diálogo entre as partes, priorizando sempre os interesses da população.
Acumulo de funções era um dos principais motivos da Greve
A principal reivindicação da categoria é a manutenção dos cobradores nos ônibus, já que a retirada gradual desses profissionais, promovida pelas empresas de transporte, força os motoristas a acumular a função de cobrador. De acordo com o STTRM, liderado pelo presidente Givancir Oliveira, essa prática compromete a segurança e a qualidade do serviço, além de aumentar o desgaste físico e mental dos motoristas. A decisão foi reforçada após a falta de avanços nas negociações com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) e a Prefeitura de Manaus.










