Isabel Fillardis relembra nascimento do 2º filho: ‘Mãe atípica”

Isabel Fillardis falando de ter virado mãe atípica com o 2º filho

Isabel Fillardis abriu o coração ao falar sobre a maternidade e contou como o nascimento do filho Jamal mudou completamente sua vida. Aos 52 anos, a atriz e cantora contou que a experiência como mãe atípica começou há 23 anos, quando deu à luz ao segundo filho. Além dele, ela também é mãe de Analuz, de 25 anos, e Kalel, de 12.

A artista relembrou o início dessa jornada e explicou que, embora Analuz seja a filha mais velha, foi a chegada de Jamal que trouxe uma nova realidade para sua família. “Minha filha mais velha tem 25 anos, mas eu me tornei mãe atípica com o nascimento do Jamal”, explicou entrevista ao “JP Entretê”.

Além de relembrar a mudança em sua vida, Isabel destacou a personalidade de Jamal e afirmou que o jovem desperta sentimentos profundos nas pessoas ao seu redor. Ela garantiu que, mesmo sem utilizar a fala, o filho consegue estabelecer conexões marcantes. “Meu filho é um ser de luz. Aquele menino não fala, mas fala. É impressionante a capacidade que ele tem de tocar as pessoas”.

Além da história de Jamal, Isabel revelou que os outros dois filhos também passam por acompanhamentos médicos. Isso porque Kalel, de 12 anos, recebeu diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Ao mesmo tempo, médicos investigam uma possível comorbidade com o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Enquanto isso, Analuz realiza acompanhamento para tratar ansiedade.

Isabel Fillardis alerta sobre síndrome de West

Aina na mesma entrevista, Isabel também lembrou do período em que Jamal recebeu o diagnóstico da síndrome de West. Ela afirmou que, por todo o período da gestação, nenhum exame apontou qualquer alteração. Depois do nascimento, porém, os primeiros sinais apareceram nos primeiros meses de vida.

“A síndrome de West só aparece nos primeiros meses de vida, por volta do quarto ou quinto mês, quando começam as crises convulsivas ou pequenos espasmos”, explicou. Ainda, Isabel detalhou os riscos provocados pela síndrome de West e destacou a importância do acompanhamento médico desde os primeiros sintomas.

“Ela é bem severa, porque, se você não entende, não consegue descobrir, não consegue minimizar ou até mesmo cessar essas crises, as crianças… algumas vão a óbito, outras não conseguem ter uma qualidade de vida tão bacana. Enfim, são muitas as possibilidades, positivas e não positivas”, completou, ela por fim.

Fonte: O Fuxico

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