Manaus (AM) – A família da professora e ex-gestora pública Angela Neves Bulbol de Lima emitiu uma nota oficial às 22h30 desta sexta-feira (20/2) para esclarecer seu real estado de saúde. O comunicado desmente rumores que circularam em redes sociais sobre uma suposta morte encefálica, informando que Angela está viva e segue lutando pela vida após sofrer um grave atropelamento.
O acidente ocorreu na tarde de sexta-feira, dentro das dependências do condomínio Ephigênio Salles, na zona Centro-Sul da capital, onde a gestora reside. Angela realizava uma caminhada pelo residencial quando foi atingida por um veículo.
Atendimento e Transferência
Logo após o impacto, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou a vítima para o Hospital e Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio, unidade de referência em neurotrauma na zona Leste.
Ainda durante a noite, após estabilização inicial, Angela foi transferida para um hospital particular no bairro Adrianópolis. Embora o quadro seja considerado delicado, detalhes específicos sobre as lesões sofridas e o boletim médico atualizado não foram divulgados a pedido da família, que preza pela privacidade neste momento crítico.
Trajetória de Destaque
Angela Bulbol é uma figura proeminente na vida acadêmica e política do Amazonas. Com um currículo extenso, sua atuação é marcada pela competência na gestão pública e no ensino superior. Professora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) desde 1987, possui doutorado em Marketing e mestrado em Desenvolvimento Regional. Atualmente, ocupa o cargo de pró-reitora de Administração e Finanças da instituição. Já atuou como Secretária de Estado de Administração e Gestão (Sead) e presidiu a Fundação Escola do Serviço Público Municipal (Fesp).
Mistério sobre o Acidente
As circunstâncias do atropelamento dentro das vias internas do condomínio ainda não foram totalmente esclarecidas. Não há informações oficiais sobre quem conduzia o veículo ou se houve falha mecânica ou imprudência. O caso deve ser acompanhado pelas autoridades competentes e pela administração do residencial, que possui monitoramento por câmeras.
A comunidade acadêmica da Ufam e ex-colegas de gestão pública manifestaram solidariedade nas redes sociais, unindo-se à corrente de orações pela recuperação da professora.












