Malévola Alves sai da prisão no Egito. Saiba como ela conseguiu

Malévola Alves

A influenciadora Malévola Alves deixou a prisão no Egito nesta quarta-feira, 21 de outubro, após passar cerca de um dia detida. A amiga dela, Bruna Mercatelli, também conseguiu a liberação. Mas, afinal, como as brasileiras deixaram a cadeia?

A defesa viabilizou a soltura após o pagamento de uma fiança de 110 mil libras egípcias, valor equivalente a aproximadamente R$ 10 mil. Além disso, os advogados atuaram em conjunto com a equipe jurídica local e a representação diplomática brasileira para acompanhar o caso.

Apesar da liberação, a situação ainda exige atenção. O pagamento da fiança permite que Malévola responda ao caso em liberdade, mas não encerra automaticamente o procedimento judicial.

Por que Malévola Alves foi presa?

As autoridades detiveram Malévola e Bruna na terça-feira, dia 20 de outubro, na cidade de Alexandria, no Egito. O caso ganhou repercussão após a circulação de vídeos gravados nas ruas e publicados nas redes sociais.

Segundo o Ministério do Interior egípcio, as imagens mostrariam gestos de conotação sexual, comportamentos considerados obscenos e suposto assédio a pedestres. As autoridades também afirmaram que as influenciadoras teriam admitido gravar e publicar os conteúdos com o objetivo de aumentar as visualizações.

O caso seguiu para análise das autoridades judiciais do país. No entanto, as acusações divulgadas pelo governo egípcio não equivalem a uma condenação definitiva.

Malévola já pode voltar ao Brasil?

Apesar de ter deixado a prisão, Malévola ainda não tem data confirmada para retornar ao Brasil. A equipe jurídica acompanha os procedimentos necessários e aguarda orientações sobre possíveis exigências ou restrições impostas pelas autoridades locais.

A liberação mediante fiança permite que ela responda ao caso em liberdade, mas não representa, por si só, o encerramento da investigação. Por isso, a defesa precisa explicar quais etapas ainda devem ser cumpridas antes de organizar a viagem de volta.

Enquanto isso, a representação diplomática brasileira acompanha a situação e presta assistência consular às influenciadoras. O Brasil, porém, não pode simplesmente substituir as autoridades egípcias ou determinar o encerramento de um procedimento conduzido naquele país.

Caso de Malévola mobilizou a defesa e a diplomacia

Desde a detenção, a equipe da influenciadora informou que mantinha contato com a Embaixada do Brasil no Cairo e com as autoridades competentes para acompanhar o caso e buscar a preservação dos direitos das brasileiras.

A situação também chamou atenção para as diferenças entre as legislações do Brasil e do Egito, especialmente em relação às regras sobre comportamentos em espaços públicos e conteúdos publicados na internet.

Agora, com a saída da prisão, a expectativa é que a defesa consiga resolver as pendências legais e esclarecer quando Malévola e Bruna poderão deixar o país. Até lá, a soltura representa um avanço importante, mas ainda não encerra o episódio.

Fonte: O Fuxico

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