O ator Michael Douglas, casado desde o ano 2000 com Catherine Zeta-Jones, relembrou os momentos mais intensos de sua vida pessoal em seu novo livro de memórias, “One Helluva Ride” [Uma aventura e tanto], publicado em 6 de outubro. Através dessa obra autobiográfica e de uma entrevista recente ao “The Sunday Times”, o artista abordou com franqueza sua histórica fama de mulherengo.
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Entre os trechos de maior destaque da publicação, Douglas recorda o início de seu relacionamento com Zeta-Jones, em 1998, quando a atriz lhe deu um ultimato claro: para continuarem juntos, ele precisaria garantir um compromisso estritamente monogâmico.
Em resposta à exigência, o ator fez cinco telefonemas naquela mesma noite para terminar definitivamente com as mulheres com quem se relacionava na época. “Ela não estava disposta a ficar com um homem que estivesse saindo com outras pessoas. Eu disse: ‘Espere aqui, tenho que fazer cinco ligações rápidas’”, contou o ator.
“O que Catherine disse foi que, se fôssemos continuar com aquilo, ela queria um relacionamento monogâmico. Portanto, liguei para algumas pessoas com quem estava saindo e ali tudo terminou”, acrescentou o ator. Atualmente, a estrela reflete sobre sua união e enfatiza que manter um casamento sólido exige trabalho diário e constante.
Por outro lado, a autobiografia traz à tona episódios que o ator negou durante mais de quatro décadas. Finalmente, Douglas confirma que viveu um romance apaixonado com a atriz Kathleen Turner durante as filmagens do longa “Tudo por uma Esmeralda” (1984), época em que enfrentava uma crise em seu casamento com Diandra Luker.
“Kathleen era inteligente, divertida e sexy, com uma voz profunda que se tornou sua marca registrada. Gostei dela instantaneamente e sentimos uma atração mútua imediata”, afirma Douglas. “Aliás naquele momento, as coisas em casa não iam bem e tínhamos aventuras extraconjugais”, revelou em suas memórias.
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Sobre a fama de mulherengo que o acompanha há décadas, ele comentou: “Não sei se dormi com tantas mulheres; não vejo dessa forma. Menciono algumas.” Diante dessas revelações, a própria Turner, aos 72 anos, reagiu com bom humor em declaração à revista “People”: “Meu Deus, quanta repercussão por algo de 40 anos atrás! Adoro o Michael e estou muito ansiosa para ler o livro.”
Fonte: O Fuxico









