Camila Sodi, sobrinha da Thalia, revelou em seu novo livro “O Pequeno Livro do Luto” que ela e a irmã Marina foram as responsáveis por embalsamar o corpo da mãe Ernestina Sodi quando a escritora faleceu em 2024.
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A atriz surpreendeu seus seguidores ao descrever esse episódio marcante após a morte da mãe como “obra do destino”, e detalhou a sequência singular de acontecimentos que levou as irmãs a realizarem pessoalmente o processo de embalsamamento.
Em conversa no podcast de Romina Sacre, Sodi conta que a história surgiu de um empreendimento familiar inovador.
Sua mãe e sua irmã haviam desenvolvido um negócio de caixões biodegradáveis, projetados com sementes para transformar os restos mortais de seres queridos em árvores ou plantas com o passar do tempo.
Inovação acadêmica e pesquisa técnica
O projeto ecológico apresentou, sem dúvida, um desafio técnico que alterou os planos da família. Apesar da eficácia do material biodegradável, as criadoras descobriram que a velocidade de decomposição do caixão não acompanhava o processo natural de decomposição do corpo:
“Elas tinham ótimas ideias, mas um dia descobriram que o caixão estava se desintegrando enquanto o corpo não. Até que minha irmã Marina decidiu estudar embalsamamento e necropsia na UNAM [Universidade Autônoma do México]”, explicou a atriz.
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Como resultado de seus estudos universitários, Marina desenvolveu uma técnica inovadora que exigia um teste definitivo. Infelizmente, a primeira oportunidade de testar o protótipo coincidiu com o falecimento da própria mãe Ernestina Sodi.
Uma despedida emocionante e única
Por esse motivo, as duas irmãs decidiram realizar o procedimento pessoalmente. Elas aplicaram a nova técnica e colocaram o corpo -cercado por flores – no caixão ecológico para a despedida final.
Camila descreveu a experiência como uma história “extraordinária” e inesquecível, que hoje faz parte de seu processo de cura.
Fonte: O Fuxico







