Manaus (AM) – Uma equipe da Suframa esteve nesta quarta-feira (16) na fábrica da Sonoco, localizada no bairro Distrito Industrial, zona Sul de Manaus. A empresa, de origem americana, está presente há 20 anos na Zona Franca de Manaus e atua, principalmente, com soluções diversificadas em embalagens.
Atualmente, a planta da Sonoco em Manaus emprega aproximadamente 75 funcionários e atende a diversos segmentos do Polo Industrial de Manaus (PIM), dentre os quais tubos para filmes e fitas adesivas.
A comitiva foi recebida pela gerente de Operações da Sonoco em Manaus, Marlene Oliveira, que apresentou um panorama da empresa e seus principais produtos. A gerente destacou que a Sonoco é uma empresa centenária, com mais de 125 anos de operação no mundo, sendo líder mundial em embalagens.
De acordo com o superintendente Bosco Saraiva, visitas como a desta quarta-feira à Sonoco são fundamentais para que a Suframa possa acompanhar de perto o ambiente de negócios do Polo Industrial de Manaus. “Conhecer os desafios e as perspectivas de empresas centenárias e líderes em seus segmentos, como a Sonoco, nos permite aprimorar nossas políticas de incentivo e buscar soluções que impulsionem o desenvolvimento da região”, afirmou Saraiva.
Ameaça de 50% sobre controle
Após o anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil, o superintendente da Zona Franca de Manaus (Suframa), Bosco Saraiva, avaliou que os impactos diretos ao Polo Industrial de Manaus (PIM) não devem ser sentidos.
“Do ponto de vista das exportações do PIM, esse volume é quase que insignificante para o seu faturamento”, afirmou.
Apesar da repercussão internacional, a Suframa adota uma postura de cautela. Bosco Saraiva demostrou confiança nas negociações a serem feitas pelo governo federal.
“A cautela e a prudência nesse momento deve ser o norte do nosso comportamento. Assim será aqui na Suframa porque nós acreditamos fortemente na capacidade de negociação do nosso governo e do nosso ministro”, completou.
A medida de Trump é vista como parte de uma resposta política à situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, cujo julgamento no Superior Tribunal Federal (STF) foi classificado por Trump como uma “vergonha internacional”.










