Val Marchiori e o marido, Amilton Augusto, terão que pagar R$ 3,4 mil a um eletricista por serviços realizados em um imóvel do casal, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A decisão saiu em 9 de outubro, após uma ação movida pelo profissional.
Receba as Notícias de OFuxico em seu celular
Apesar da condenação, a empresária contestou o resultado e afirmou que pretende recorrer. Em nota divulgada pela coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles, Val declarou que não reconhece a dívida nem a responsabilidade pelo pagamento.
“Vou recorrer da decisão judicial”, afirmou. Ela também ressaltou que a contestação envolve princípios e a defesa de sua honra, e não o valor da cobrança.
Val Marchiori sofre com lesão pré-maligna depois de vencer câncer
Entenda a condenação
O eletricista Lucas Soares Ferreira entrou com a ação após realizar uma inspeção elétrica e pequenos reparos emergenciais na propriedade do casal. Segundo o profissional, o serviço terminou em maio de 2026, mas os R$ 3,4 mil combinados não chegaram a ser pagos.
De acordo com o processo, o engenheiro André Alves Justino intermediou a contratação. O eletricista alegou que Val e Amilton tinham conhecimento do trabalho e eram os beneficiários diretos do serviço.
Val Marchiori celebra última sessão de radioterapia: ‘Gratidão’
Val Marchiori rebate processo por dívida de R$ 3 milhões
Val Marchiori inicia radioterapia: ‘Coração apertado’
Ao analisar o caso, o juiz Paulo Rogério Malvezzi entendeu que o casal deveria arcar com o pagamento. A defesa argumentou que os dois eram apenas destinatários finais do projeto, mas o magistrado rejeitou essa justificativa.
Por outro lado, a Justiça negou o pedido de indenização por danos morais apresentado pelo eletricista. O juiz considerou que os documentos não comprovavam as supostas ameaças atribuídas a Amilton. Além disso, André foi excluído da responsabilidade pelo pagamento, pois atuou como intermediador do negócio.
O que Val Marchiori disse?
Após a decisão, Val contestou as acusações e alegou que o proprietário da empresa responsável pelo serviço teria reconhecido uma suposta má-fé por parte do profissional. A empresária também afirmou que seu nome estaria envolvido injustamente na situação.
Em seu posicionamento, ela reforçou que pretende buscar uma revisão judicial do caso. Val ainda declarou que deseja rever os fatos e preservar a própria reputação e a de sua família.
A condenação, portanto, diz respeito ao pagamento de R$ 3,4 mil pelos serviços elétricos. Já a disputa sobre a responsabilidade pela dívida deve continuar, uma vez que a empresária anunciou que recorrerá da decisão.
Fonte: O Fuxico









