Em meio a tantas novidades profissionais, Virginia Fonseca acaba de encerrar um ciclo. Por meio da sua agência de publicidade, a VF Digital, foi revelado que a influencidora não tem mais parceria comercial com a plataforma de apostas Blaze.
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“A VF Digital comunica o encerramento da parceria comercial de Virginia Fonseca com a Blaze. A decisão foi formalizada observando os termos aplicáveis à relação contratual, encerrando-se de forma regular este ciclo”, afirmou o comunicado.
Em 24 de julho, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou o levantamento do sigilo do recurso apresentado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) em uma ação movida contra a influenciadora Virginia Fonseca e a plataforma de apostas “Blaze”.
No despacho, o magistrado autorizou que o processo passe a tramitar em regime de publicidade geral. Com isso, o conteúdo da ação tornou-se acessível ao público. O MP busca impor restrições à publicidade de apostas esportivas, sobretudo em campanhas que apresentem promessas de ganhos garantidos. Ou deixem de informar, de forma objetiva, os riscos envolvidos nesse tipo de atividade.
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Segundo o MPDFT, Virginia Fonseca teria integrado um modelo estruturado de captação de apostadores promovido pela Blaze na Copa do Mundo de 2026. O documento, obtido pela CNN Brasil, afirma que a influenciadora incentivou os seguidores a apostarem na vitória de Cabo Verde sobre a Argentina, resultado considerado improvável e com retorno financeiro elevado.
De acordo com o Ministério Público, Virginia utilizou uma abordagem emocional ao afirmar que estava “esperançosa” com a vitória da seleção africana. Além disso, o órgão sustenta que os vídeos publicados não identificavam de forma ostensiva o conteúdo como publicidade, o que poderia induzir os consumidores ao erro.
Investigação cita comissão sobre perdas dos apostadores
Ainda conforme a ação, a Blaze teria intensificado as campanhas publicitárias durante as partidas da Copa do Mundo para aproveitar o alto engajamento do torneio e estimular apostas impulsivas. O Ministério Público afirma que a estratégia explorava o envolvimento emocional do público em momentos de grande audiência.
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A ação, protocolada em 8 de julho, também aponta que Virginia poderia receber comissão equivalente a 30% das perdas registradas pelos usuários que realizassem apostas a partir de suas recomendações. O processo segue em tramitação e discute a adoção de medidas para limitar práticas consideradas enganosas na publicidade de plataformas de apostas esportivas.
Fonte: O Fuxico











