Manaus (AM) – A chacina registrada na manhã desta segunda-feira (17/8), no bairro São Jorge, zona Oeste de Manaus, deixou quatro pessoas mortas, segundo as informações mais recentes apuradas pela imprensa local. Inicialmente, três mortes haviam sido confirmadas, mas a mulher que havia sido socorrida morreu posteriormente no hospital.
Entre as vítimas está Francisco das Chagas Moraes Santão, 81, e a filha dele, Isabella Coelho Moraes, 29. Também morreu Guilherme Pereira Lima Filho, 66, professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com quase quatro décadas dedicadas à formação de professores.
A quarta vítima foi Dilma Cilene Sampaio, identificada por diferentes veículos como enfermeira e responsável pelo imóvel onde ocorreu o ataque. Ela havia sido encontrada com vida e levada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, mas não resistiu aos ferimentos.
Francisco e Isabella eram pai e filha. Informações divulgadas pela imprensa apontam que os dois tinham o hábito de permanecer no imóvel durante a noite. Segundo relatos publicados, Francisco era pastor e não teria histórico de envolvimento com atividades criminosas. Isabella, de 29 anos, tinha deficiência física.
Professor da Ufam
Guilherme Pereira Lima Filho era professor da Ufam e tinha uma trajetória de quase 40 anos dedicada à formação de professores. A confirmação da identidade dele entre as vítimas foi divulgada nesta segunda-feira.
Dilma Cilene Sampaio era enfermeira e, segundo informações divulgadas no local, era a responsável pela residência onde as vítimas estavam. Ela foi encontrada ferida e socorrida pelo Samu, mas morreu posteriormente no hospital.
As circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS). A polícia informou que as vítimas pertenciam à mesma família, mas ainda apura a relação entre todas elas e a dinâmica do ataque. A autoria e a motivação ainda não foram esclarecidas.
Importante: há informações conflitantes nas primeiras publicações sobre a dinâmica do ataque — alguns relatos iniciais mencionaram arma de fogo, enquanto o delegado responsável informou que as vítimas foram atacadas com arma branca/perfurocortante. Por isso, a dinâmica deve ser tratada como ainda sob investigação.











