Em Manaus, sucateiro de 17 anos é morto em assalto e quatro suspeitos são presos pela Rocam

Renan Vitor trabalhava como sucateiro na comunidade Jesus Me Deu quando foi baleado por criminosos; dois dos detidos já possuíam mandados de prisão em aberto.

Manaus (AM) – A noite de quinta-feira (29/01) terminou em tragédia para a família do jovem Renan Vitor dos Santos Gomes, 17. O adolescente, que trabalhava como sucateiro, foi assassinado a tiros durante um assalto na rua Leão de Judá, localizada na comunidade Jesus Me Deu, bairro Colônia Terra Nova, zona Norte da capital.

De acordo com relatos de testemunhas, Renan estava em seu local de trabalho quando foi surpreendido por criminosos armados. Os suspeitos anunciaram o assalto e, durante a ação — cujas circunstâncias exatas ainda estão sendo apuradas pela polícia —, efetuaram disparos contra o jovem.

Renan foi atingido gravemente e socorrido às pressas por populares, sendo levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Campos Salles. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado pouco tempo após dar entrada na unidade.

Resposta Rápida: Quatro Presos e Arma Apreendida
Logo após o crime, policiais das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) iniciaram buscas intensas pela região. A ação resultou na captura de quatro indivíduos suspeitos de participação direta no latrocínio (roubo seguido de morte).

Dois dos detidos já eram considerados foragidos da Justiça, com mandados de prisão em aberto por outros crimes.

A polícia localizou e apreendeu o carro utilizado na fuga e a arma de fogo supostamente usada para balear o adolescente.

Investigação
O corpo de Renan foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML). O caso agora está sob os cuidados da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que deve interrogar os quatro presos para identificar a conduta de cada um no crime e verificar se há outros envolvidos no grupo criminoso que atuava na área da Colônia Terra Nova.

“A prisão desses indivíduos com mandados em aberto reforça a periculosidade do grupo. Agora, o trabalho segue para garantir que todos respondam pelo latrocínio”, afirmou um dos oficiais que participou da ocorrência.

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