FVS-RCP reforça vigilância de vírus respiratórios com visitas técnicas no Amazonas

Manaus (AM) – Na segunda quinzena de junho, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realizou uma série de visitas técnicas em municípios do estado com o objetivo de fortalecer a vigilância dos vírus respiratórios circulantes.

Manaus (AM) – Na segunda quinzena de junho, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realizou uma série de visitas técnicas em municípios do estado com o objetivo de fortalecer a vigilância dos vírus respiratórios circulantes. As ações ocorreram entre os dias 24 e 27 de junho nas cidades de Manaus, Manacapuru e Iranduba.

As visitas integram uma estratégia de fortalecimento da Vigilância Sentinela da Síndrome Gripal (SG) e da Vigilância da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). O foco é aprimorar a detecção precoce desses vírus, qualificar a resposta às emergências em saúde pública e consolidar o sistema de vigilância no estado do Amazonas.

A iniciativa contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, da equipe de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP e do Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), também integrante da Fundação.

Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, o trabalho conjunto com os municípios é essencial. “A visita técnica permite alinhar diretamente com as equipes locais, além de qualificar as informações que sustentam nossa decisão em saúde pública”, explicou.

A gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, Lilian Furtado, reforçou que o monitoramento contribui diretamente para o desempenho das ações de vigilância. “Esse processo de avaliação nos municípios nos ajuda a reforçar a situação da vigilância de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave no estado do Amazonas”, destacou.

As visitas técnicas fazem parte de um conjunto de medidas adotadas para ampliar a capacidade de resposta frente a surtos e epidemias causadas por vírus respiratórios, como o influenza e o SARS-CoV-2, contribuindo para a proteção da saúde da população amazonense.

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