Selena Gomez é processada por investidores de sua empresa

Selena Gomez com semblante sério no rosto maquiado

O projeto de saúde mental de Selena Gomez virou caso de justiça. A cantora, sua mãe Mandy Teefey e sua ex-sócia Daniella Pierson estão sendo processadas nos Estados Unidos. Elas são acusadas por suposta fraude contra investidores da Wondermind, plataforma de bem-estar criada pela artista em 2021.

A Wondermind é alvo de uma ação onde um grupo de empresas cobra a devolução de mais de US$ 1,2 milhão, alegando que o trio não revelou os problemas sobre o real funcionamento da companhia. A ação judicial foi protocolada na Justiça Federal de Delaware por meio das empresas Wondermind SRS 44 LLC e Bespoke Wondermind SPV I LLC.

Esse processo representa cinco investidores, incluindo executivos do setor corporativo como Brent Saunders (ex-CEO da farmacêutica Allergan). Eles alegam terem sido induzidos a investir com base em promessas falsas sobre parcerias corporativas, o desenvolvimento de um aplicativo e o nível de engajamento promocional que a própria Selena Gomez teria na empresa.

Além disso, eles asseguram que as fundadoras da Wondermind teriam ocultado o colapso operacional e financeiro da startup por anos. Agora se sentem enganados e querem seu dinheiro de volta.

Resposta de Selena Gomez

Diante da repercussão, a equipe jurídica da cantora logo veio a público para contestar a ação judicial e exigir seu arquivamento imediato. Em declaração oficial à imprensa, o advogado Mathew S. Rosengart, responsável pela defesa legal de Selena, afirmou expressamente que as acusações de fraude contra a artista são infundadas:

“As acusações de que Selena Gomez participou de qualquer suposta ‘fraude’ ou irregularidade são totalmente sem mérito, tanto factual quanto juridicamente”, garantiu. Paralelamente, a ação também cita turbulências internas que teriam acelerado o desgaste do projeto.

Isso inclui disputas pessoais entre Selena e sua mãe, o afastamento da cofundadora Daniella Pierson em 2023 e demissões em massa ocorridas em 2025 após atrasos de salários a funcionários e fornecedores. Por fim, os autores do processo pedem a devolução dos valores aplicados e indenizações por perdas e danos e o pagamento dos honorários advocatícios por meio de julgamento por júri.

Fonte: O Fuxico

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