Manaus (AM) – Os professores da rede municipal de ensino de Manaus decidiram deflagrar uma greve a partir desta sexta-feira (7/11), em protesto contra a aprovação em primeiro turno da reforma da previdência municipal na última quarta-feira (5/11). A medida foi confirmada pelo Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom Sindical).
A reforma aprovada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) eleva a idade mínima de aposentadoria para os servidores municipais da educação: para mulheres, de 50 para 57 anos; para homens, de 55 para 60 anos.
A categoria critica ainda o aumento do tempo de contribuição exigido, que impacta a condição de aposentação dos profissionais próximos à saída do serviço.
Reivindicações em pauta
Entre os principais pontos de reivindicação estão a manutenção das regras anteriores de aposentadoria para quem ingressou no serviço público antes da reforma; a valorização salarial e melhores condições de trabalho; e maior diálogo com a categoria antes de aprovações que afetem diretamente os professores.
Próximos passos e impacto
A categoria convocou assembleia para sexta-feira na Praça da Polícia, em horário a ser definido, para definir datas e estratégias da greve.
A prefeitura, por sua vez, argumenta que a reforma é necessária para garantir a sustentabilidade do regime previdenciário municipal.
A paralisação poderá afetar o atendimento nas escolas municipais e aumentar a pressão sobre o município para negociar com os professores.










