Manaus (AM) – Devido à gravidade do quadro clínico, duas vítimas da explosão envolvendo duas embarcações no rio Solimões, na quinta-feira (29/1), foram transferidas para Manaus, sendo levadas ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, referência no tratamento de vítimas com queimaduras.
Entre os casos mais graves está o de Thiago Aquino, 20, que chegou à capital em estado crítico e permanece internado sob cuidados intensivos. As autoridades de saúde ainda não divulgaram boletins detalhados sobre a evolução clínica de cada vítima.
Além de Thiago, as vítimas foram identificadas como Eduardo Bertoline de Sales, 33; Vitor Cordeiro, 23; e Anderson Marcos, 38. Todos estavam a bordo das embarcações no momento do acidente e sofreram queimaduras de diferentes gravidades. Logo após a explosão, os feridos foram resgatados por moradores da região com o apoio da Polícia Militar e encaminhados ao hospital do município de Anamã, onde receberam os primeiros atendimentos.
Explosão
Uma explosão envolvendo duas embarcações que transportavam combustíveis no rio Solimões, entre os municípios de Anori e Anamã, no interior do Amazonas, deixou pelo menos cinco tripulantes gravemente feridos. O acidente ocorreu durante o transbordo de gasolina e diesel de um barco para outro, momento em que houve uma forte explosão seguida de incêndio, provocando pânico entre tripulantes e moradores ribeirinhos.
Testemunhas relataram que o fogo se espalhou rapidamente devido à grande quantidade de combustível transportada, destruindo completamente uma das embarcações e causando danos significativos à outra. Ainda não há confirmação oficial sobre o número total de pessoas que estavam nos barcos no momento da explosão.
As causas do acidente seguem sob investigação. As apurações devem esclarecer se houve falha nos procedimentos de segurança durante o transbordo de combustível ou outras irregularidades na operação.
O caso reacende o alerta sobre a segurança no transporte fluvial de combustíveis na região amazônica, onde esse tipo de embarcação é amplamente utilizado para abastecer comunidades ribeirinhas, muitas vezes em condições precárias de fiscalização e controle.











