Maiara, da dupla sertaneja com a irmã, Maraisa, voltou a falar sobre sua luta contra a alopecia androgenética. A artista contou que chegou a ficar “sem cabelo” por causa da condição e comemorou a recuperação dos fios naturais. Além disso, ela explicou como o uso de perucas, conhecidas como lace, contribuiu para mudar os cuidados com o cabelo.
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“Já melhorou”, afirmou a sertaneja ao comentar a evolução do quadro. Maiara contou que o cabelo passou por uma transformação significativa e, embora muita gente tenha pedido que ela aparecesse com os fios naturais, ela ainda pretende manter o uso das próteses capilares.
Maiara ainda explicou que a mudança nos fios aconteceu após um período de queda intensa. A cantora também comentou que recebe pedidos frequentes de seguidores para abandonar as perucas e mostrar o cabelo natural. “Gente, todo mundo sabe que o meu cabelo veio de uma transformação, né? Eu tenho alopecia androgenética, mas ele já melhorou e tem muita gente pedindo para eu usar o meu cabelo natural”.
Apesar da melhora, a artista afirmou que continuará usando lace. “Falei: ‘Gente, porque eu amo glamurizar e a lace vem para dar mais glamour ainda’. Então assim, o meu cabelo está normal embaixo, já está certo. E uma das coisas que fez o meu cabelo revitalizar foi o uso da lace, porque eu tirei o secador do meu cabelo, tirei coisas que estavam prejudicando, laquê, muito gel… Nessa correria toda não tem como, a gente tinha que usar”, comentou.
Maiara chegou ao estágio mais grave
Maiara também descreveu a gravidade da queda que enfrentou. De acordo com a cantora, houve um período em que praticamente não restavam fios na região afetada. Agora, ela já percebe o crescimento do cabelo, com comprimento próximo aos ombros, além da recuperação das franjas e do volume na parte de trás.
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“O meu cabelo desenvolveu, ele saiu do nada, eu estava sem cabelo e hoje eu tenho o meu cabelo. Eu estava no pior nível, no estágio zero, meu cabelo estava zerado aqui. Um dia eu vou mostrar, porque eu ainda não tive coragem ainda de mostrar, mas ele estava no zero. Hoje o meu cabelo já está aqui [na altura do ombro], já tenho as minhas franjas, tenho o meu cabelo volumoso atrás.”
A sertaneja ainda contou que a lace facilitou os cuidados diários. “Sem contar que [a lace] protege demais o meu cabelo, eu não posso ficar abusando de métodos, como colocar mega hair e tal, e eu também não quero mais passar por esses processos que eu passei (…) Eu acho isso super prático, primeiro que é um stresse zero. Eu antes eu demorava quatro horas para me arrumar”, disse Maiara.
O que é alopecia androgenética?
Segundo informações da Rede D’Or, a alopecia androgenética representa o tipo mais comum de queda de cabelo. A condição tem origem genética e pode atingir homens e mulheres, embora os padrões de perda dos fios variem conforme o sexo e a resposta dos folículos capilares aos hormônios. A queda pode começar em diferentes fases da vida.
Embora muitas pessoas percebam os primeiros sinais a partir dos 40 ou 50 anos, há casos em que a condição aparece mais cedo. Nos homens, o quadro costuma provocar entradas e redução da densidade capilar no topo da cabeça. Já nas mulheres, a condição geralmente causa afinamento progressivo dos fios, diminuição do volume e aumento da largura da risca que divide o cabelo.
Informações do Grupo Fleury também apontam diferenças na idade de início e na frequência da alopecia androgenética. Entre os homens, os sintomas costumam aparecer entre os 20 e 25 anos. Já entre as mulheres, o quadro geralmente começa entre os 30 e 35 anos.A prevalência também varia conforme a idade e a população analisada.
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Entre homens caucasianos, a condição se torna mais frequente com o envelhecimento e pode atingir cerca de 70% aos 70 anos. Entre homens asiáticos da mesma faixa etária, a frequência fica em torno de 45% a 60%. No caso das mulheres caucasianas, a alopecia androgenética atinge aproximadamente 3% a 6% das pessoas com menos de 30 anos. Após os 70 anos, esse índice pode chegar a cerca de 30% a 40%.
Causas e tratamentos
A alopecia androgenética está relacionada principalmente à predisposição genética e à ação dos andrógenos. Nesse processo, a testosterona pode se converter em di-hidrotestosterona (DHT), hormônio que interfere no funcionamento dos folículos capilares em pessoas geneticamente suscetíveis.
Com o tempo, a ação da DHT encurta a fase de crescimento dos fios e provoca a chamada miniaturização dos folículos. Assim, os cabelos passam a nascer mais finos e curtos, até que algumas regiões apresentem uma redução significativa da densidade capilar.Entre os sinais mais frequentes estão o afinamento progressivo dos fios, a perda de volume e a maior visibilidade do couro cabeludo.
Por isso, a avaliação de um dermatologista ajuda a identificar a causa da queda e a definir os cuidados adequados. A alopecia androgenética não tem cura definitiva, pois envolve fatores genéticos. No entanto, existem tratamentos que podem controlar a progressão do quadro, reduzir a queda e favorecer o engrossamento dos fios que ainda permanecem nos folículos.
Entre as opções, os especialistas podem recomendar loções e medicamentos tópicos, remédios orais, bloqueadores hormonais, procedimentos realizados em consultório e, em situações específicas, transplante capilar. A escolha depende de fatores como o padrão da queda, o histórico clínico e as características de cada paciente.
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Além disso, o acompanhamento médico contínuo permite avaliar a resposta ao tratamento e ajustar as estratégias conforme a evolução do quadro. Por esse motivo, a orientação profissional é importante desde os primeiros sinais de afinamento capilar.
Fonte: O Fuxico











