Parintins recebe Patrulha Maria da Penha Fluvial e reforça combate à violência contra a mulher no Baixo Amazonas

Implantação atende a requerimento da deputada Mayra Dias e amplia proteção às comunidades ribeirinhas da região

Parintins (AM) – O município de Parintins passou a contar com a Patrulha Maria da Penha Fluvial, uma nova estrutura de segurança pública voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher no Baixo Amazonas. A iniciativa atende ao requerimento nº 553/2026, de autoria da deputada estadual Mayra Dias, aprovado na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas.

Coordenada pelo 11º Batalhão da Polícia Militar (BPM), a patrulha contará com uma lancha adaptada e uma viatura, garantindo atendimento especializado não apenas em Parintins, mas também nas comunidades ribeirinhas dos municípios de Barreirinha, Nhamundá e Boa Vista do Ramos.

A nova estrutura foi pensada para atender às particularidades geográficas da região, onde o deslocamento ocorre majoritariamente por via fluvial. Com isso, a Polícia Militar poderá realizar visitas periódicas para fiscalizar o cumprimento de medidas protetivas, monitorar agressores e desenvolver ações educativas em áreas de difícil acesso.

Reconhecida pela atuação em defesa dos direitos das mulheres, a deputada Mayra Dias destacou que a implantação representa um avanço importante na interiorização das políticas públicas de proteção. “Esse é um passo fundamental para garantir mais segurança às mulheres do interior. Conseguimos viabilizar uma estrutura que respeita a realidade da nossa região e amplia a presença das forças de segurança nas comunidades”, afirmou.

Além do atendimento contínuo, o policiamento também será intensificado durante grandes eventos, como o Festival Folclórico de Parintins, período em que há aumento significativo da circulação de pessoas.

Para a parlamentar, a chegada da Patrulha Maria da Penha Fluvial consolida uma rede regional de proteção e cidadania. “Seguimos trabalhando para levar mais dignidade, cuidado e segurança às mulheres amazonenses, especialmente às que vivem em áreas mais distantes”, concluiu.

Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *